“Minha vida não está boa…”

Renato Meirelles, do Data Popular (Foto: Anna Carolina Negri/ÉPOCA)

Não é como na Proclamação da República, em 1889, em que a deposição da monarquia foi acompanhada à distância por uma multidão de “bestializados”, mas as pesquisas já mostraram que o povão está ausente das maiores manifestações de rua da história do Brasil. Segundo o instituto Datafolha, o manifestante contra ou a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff tem perfil de “coxinha”, com renda e escolaridade acima da média nacional. Para o publicitário Renato Meirelles, presidente do instituto Data Popular, que se especializou em fazer pesquisas para entender a cabeça dos brasileiros com renda familiar abaixo de R$ 3.500 por mês (as chamadas classes C, D e E), a razão é simples. As classes populares podem até apoiar a saída da presidente Dilma Rousseff, cujo governo frustrou suas expectivas de continuar a ter os avanços da última década. Mas elas veem também com absoluta desconfiança o sistema político e não acreditam que nenhuma liderança está preocupada em ajudá-las a ter melhores oportunidades.

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Fonte: Época

 

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