Mídia

Brasil encerra dezembro com 46,6 milhões de internautas

Apesar de 78,5 milhões de brasileiros terem acesso à rede, férias escolares e recesso do trabalho fizeram com que movimento online fosse menor.

O Ibope divulgou na última terça-feira (17/01) dados referentes à Internet no Brasil. Segundo o instituto, em dezembro, 46,6 milhões de pessoas acessaram a rede de casa ou do trabalho, o que representa uma queda de 2,9% em relação ao mês anterior.

A baixa já era esperada, por conta das férias escolares e do recesso do trabalho. Em relação ao mês de dezembro de 2010, porém, houve crescimento de 7,6%. Embora o instituto ainda não tenha o acumulado do ano, informou o que País fechou o terceiro trimestre com 78,5 milhões de internautas – o que inclui os de lan houses.

Por mais que o movimento online diminua em dezembro, a publicidade costuma aumentar, por conta das festas de fim de ano. O mês terminou com 131,4 mil campanhas, veiculadas por quase 6 mil portais.

Leia mais: Brasil torna-se terceiro em número de internautas no mundo

O Ibope destacou também o crescimento nas visitas a sites de hotéis no período. Eles atraíram 5,8 milhões de usuários únicos, ante 2,8 milhões em julho – o outro mês em que os alunos entram em férias. Isso indica que, em geral, o brasileiro deixa para viajar no fim de um ano ou no começo do outro, motivado, provavelmente, pelo verão.

No total, 63,5 milhões de pessoas têm acesso à Internet de casa ou do trabalho, número 18,4% maior que em 2010, quando 51,8 milhões tinham acesso.

http://idgnow.uol.com.br/internet/2012/01/18/brasil-encerra-dezembro-com-46-6-milhoes-de-internautas/

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Vamos ficar de olho…

Fenapro soma com as demais entidades em defesa da atividade de Agência

À Folha de S.Paulo

Em relação à matéria publicada na Folha de S.Paulo, “Receita sobe, audiência desce”, em 02 de janeiro, no Caderno Ilustrada, aFENAPRO – Federação Nacional das Agências de Propaganda esclarece as seguintes questões:

A televisão brasileira é modelo internacional de qualidade na programação e tem avançado a cada ano; todas as emissoras estão investindo em contratações e novas tecnologias, tornando-se cada vez mais atrativas em termos de mídia para os anunciantes.

Na referida matéria, onde há o questionamento sobre concentração de verba em uma única emissora de TV, é fundamental destacar que a compra de mídia se faz de forma transparente sempre baseada em análises de pesquisa de mídia, levando em conta a audiência, a programação e o custo-benefício para os anunciantes.

Portanto, as agências, no momento de fazer sua programação de mídia, levam em consideração todas essas questões técnicas de audiências que são de extrema relevância para os anunciantes. Esse é o fator determinante para a compra da mídia.

Em relação aos incentivos comerciais, trata-se de uma estratégia comercial amplamente adotada pelo mercado e utilizada por diversos veículos. As agências atuam dentro de padrões estabelecidos pelo CENP (Conselho Executivo das Normas-Padrão), órgão de auto-regulamentação, que normatiza as relações comerciais entre Agências, Veículos e Anunciantes.

A própria Folha de S.Paulo, mantém um plano de incentivo comercial para as Agências de Publicidade, nos moldes praticados pelo mercado e em conformidade com as normas do CENP.

Em relação aos bureaux de mídia, a FENAPRO defende o modelo brasileiro de compra de mídia, onde a Agências de Propaganda trabalham embasadas no planejamento de comunicação, com as pesquisas de audiência e hábitos de mídia. A compra é ajustada e definida para cada objetivo específico de mercado do anunciante, de acordo com a disponibilidade de verbas, público-alvo, etc. É isso o que tem assegurado a construção de marcas, produtos e serviços das empresas, que geram a qualidade e o reconhecimento nacional e internacional que a propaganda brasileira tem hoje, assim como a liberdade de atuação entre agências, anunciantes e veículos.

Ricardo Nabhan
Presidente

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Nielsen’s Tops of 2011: Advertising

December 20, 2011
From Volkswagen’s adorable Darth Vader-inspired Super Bowl spot to Purell’s memorable placement on The Big Bang Theory, Nielsen names the top advertisements and integrations of the year. The lists demonstrate that reality and scripted shows continued to find innovative ways to integrate brands into their broadcast primetime programming. The best liked ads reflect the enduring value of traditional ad elements that have withstood the test of time – strong creative, simple and engaging messaging, and a solid emotional connection.Stay tuned for Nielsen’s top 10s in TV, digital and entertainment.

Top 10 Most-Liked New Ads
Rank Title Ad Description (Seconds) Likability Index
1 Volkswagen Super Bowl: Passat — A little boy dressed as Darth Vader believes he used “the force” to turn on a car (:30) 231
2 Oreo Boy wakes up father at midnight for a Father’s Day treat (:15) 201
3 St. Jude’s Shaun White sits with kids, who wear wigs matching his hairstyle (:30) 191
4 Hallmark Recordable Storybook — Deployed soldier shares holidays with family when he flips through recorded storybook (:30) 190
5 Real California Milk Cow tells mom to change her “mom jeans” and show off her “bundt cake” (:30) 189
6 Doritos Super Bowl: A man licks snack crumbs off his coworker’s fingers (:30) 188
7 Target Boy in gecko costume uses sticky gecko hands to take all of the candy when trick-or-treating (:15) 187
8 M&M’s Pretzel — Candy and pretzel combo prefer to be eaten by attractive woman than man they call “Hungry Eyes” (:30) 186
9 Marie Callender’s & Reddi-Wip Boy is happy to sit at the adult table but returns to eat with the kids when they are served pie and whipped cream. (:30) 185
10 Pepsi Pop stars like Michael Jackson, Ray Charles, Britney Spears, Kanye West, and Mariah Carey perform and drink soda. (:30) 184
Source: NielsenData from January 1, 2011 – November 30, 2011. Broadcast Prime. Only new ad executions considered. The Likeability Score is the percentage of TV viewers who report to like “a lot” an ad they were exposed to during the normal course of viewing TV (among those recalling the brand of the ad). These scores are then indexed against the mean score for all new ads during the period (Likeability Index). 100 equals average.Read as: With a Likeability Index of 231 the top ranked Volkswagen ad has proven to be 131 percent better-liked than the average new commercial during the measured period.

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Ibope: só o SBT cresce em 2011

Apesar disso, queda das demais emissoras é pequena em comparação com o ano anterior: Record segue na vice-liderança enquanto a Globo cresce no horário nobre

BÁRBARA SACCHITIELLO| »

04 de Janeiro de 2012  15:19

+Emissora de Sílvio Santos foi a única que, numericamente, cresceu em termos de audiênciaCrédito: Divulgação

* Atualizada em 05 de janeiro, às 18h39

A posição das emissoras de TV aberta no ranking de audiência nacional não mudou. Apesar disso, somente o SBT pôde, de fato, encerrar o ano de 2011 com bons motivos para comemorar. De acordo com o consolidado anual do Ibope referente a audiência da Grande São Paulo, a emissora de Sílvio Santos – que completou 30 anos em meados de 2011 – encerrou o ano com um crescimento de 6% em sua média de audiência geral.

Considerando a média entre as 6h e 24h (chamada de média geral pelo Ibope) o SBT conseguiu subir dos 5,3 pontos registrados em 2010 para 5,6, permanecendo no terceiro lugar do ranking nacional. Embora seja um acréscimo modesto, ele é significativo quando considerado que todas as concorrentes caíram ligeiramente – com exceção da Band que, numericamente, manteve-se no mesmo patamar.

Segundo o Ibope, a Globo continua liderando a audiência televisiva, com uma média geral de 15,7 pontos – 1% menor do que o registrado em 2010, quando marcou 15,9 pontos. A Record permanece isolada na vice-liderança, com uma média de 6,9 pontos. Em 2010, a segunda colocada marcava 7 pontos.

A quarta colocada, após o SBT, continua sendo a Band, que manteve a média de 2,4 pontos no Ibope, com a variação negativa de apenas alguns décimos. Em quinto lugar ficou a RedeTV, que baixou um pouco sua média de 1,5 ponto registrada em 2010 para 1,4 no ano passado.

24 horas

Considerando a audiência de todo o dia (24 horas) – o que, diferentemente da contagem anterior, também inclui o período da madrugada – o crescimento do SBT foi ainda maior. A emissora passou de 4,8 pontos para 5,1, o que configura uma expansão de 7%. Por essa média de 24 horas, a Band também apresenta um ligeiro crescimento, passando de 2 para 2,1 pontos.

Também nas 24 horas do dia, Globo e Record apresentam uma ligeira queda nos números. A emissora líder passou dos 13,5 pontos registrados em 2010 para 13,4. Já a Record, reduziu sua pontuação no Ibope dos 6 para 5,9 pontos. Pelo critério de arredondamento matemático, a RedeTV manteve-se com 1,2 pontos, embora tenha caído uma casa decimal.

Horário nobre e manhã

Na faixa a partir das 18h – aquela que recebe o maior e os mais altos volumes de investimentos publicitários – o Ibope registrou números similares aos do ano anterior, com destaque para um ligeiro crescimento de Globo e do SBT. A primeira colocada no ranking conseguiu subir dos 26,1 para 26,6 pontos em 2011. Parte dessa expansão é atribuída à ótima audiência da novela Fina Estampa, que alavancou os índices da faixa das 21 horas.

O SBT também cresceu na faixa nobre. A emissora subiu dos 5,7 pontos que tinha em 2010 para 6,1 no ano passado. A Record viu sua audiência encolher um pouco nessa faixa, passando de 10,1 para 9,4 pontos. A Band manteve seus 3,6 pontos enquanto a RedeTV caiu de 2,9 para 2,5.

Já no período da manhã, todas as emissoras tiveram um bom crescimento, com exceção da Globo (que caiu de 7,7 para 7,2 pontos) e da Band (que reduziu o Ibope de 1 para 0,9 ponto). O SBT cresceu de 4,3 para 4,5; a Record subiu de 4,9 para 5 e a RedeTV manteve-se com 0,5.

Casas decimais e Inter-Meios

Em termos gerais, porém, o quadro das emissoras nacionais praticamente não se alterou. Para qualquer avaliação de audiência ou elaboração de planos de mídia (no caso do mercado publicitário), os números da TV são arredondados seguindo os critérios matemáticos. Então, como, numericamente, os acréscimos e quedas são pequenos, a posição das emissoras e seus dados de audiência praticamente se igualam aos do ano de 2010.

Apesar da aparente queda dos números de audiência, a TV Aberta nacional ainda é soberana na concentração das verbas de publicidade no País. De acordo com os mais recentes dados do Projeto Inter-Meios (que avaliam o andamento do mercado entre janeiro e outubro de 2011), a TV Aberta é dona de 63,5% de todo o dinheiro investido na publicidade do País. No período avaliado, o faturamento do meio TV cresceu mais de 8% em relação a 2010. movimentando uma quantia de R$ 14,4 bilhões.

Confira os números de audiência de 2011, segundo o Ibope

Média geral (entre 6h e 24h):

Globo: 15,7
Record: 6,9
SBT: 5,6
Band: 2,4
RedeTV: 1,4

24 Horas

Globo: 13,4
Record: 5,9
SBT: 5,1
Band: 2,1
RedeTV: 1,2

Share (participação de mercado, na média geral):

Globo: 38%
Record: 17%
SBT: 13%
Band: 6%
RedeTV: 3%

http://www.meioemensagem.com.br/home/midia/noticias/2012/01/04/Ibope-so-o-SBT-cresce-em-2011

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