Discovery usa a força de sua narrativa para conectar marcas e pessoas


 

O volume de conteúdo que as pessoas recebem nos dias de hoje faz com que a atenção da audiência seja cada vez mais fragmentada e, consequentemente, mais concorrida e desejada. Formatos de propaganda que interrompem perdem força neste contexto. Por outro lado, conteúdos que engajam nunca foram tão buscados pelas empresas. No final das contas, as marcas querem contar boas histórias para reter a atenção, fazer branding, gerar share of mind, entre tantos outros objetivos. É neste cenário que a Discovery Networks Brasil aproveita para mostrar a sua vocação genuína em produzir conteúdo e fazer valer sua sinergia com palavras associadas como “curiosidade” e “compartilhar”, ativos valiosos para chamar a atenção da audiência. A empresa leva tão a sério a questão que há sete anos realiza o Prêmio de Criatividade e Inovação em Mídia, que além de estimular novos formatos, destaca projetos de comunicação que tem o conteúdo na veia. Para entender como a Discovery desenvolve esses trabalhos especiais envolvendo branded entertainment, trocamos uma ideia com Roberto Nascimento (Naná), VP de Vendas Publicitárias da companhia. Confira:

Como a Discovery está estruturada para desenvolver projetos especiais de conteúdo para seus clientes?

Ao contar histórias de vida reais é muito mais simples pensar na integração e na presença de marcas dentro dos conteúdos. E para a Discovery isso acontece de maneira estruturada há pelo menos cinco anos no país. Mas a gente faz branded há pelo menos 10 anos pensando em “pan” regional focando nosso trabalho em como as marcas podem fazer parte e serem inseridas nos nossos conteúdos.

Como é trabalhar com branded content na TV paga?

Temos um formato de trabalho que se utiliza praticamente o tempo todo da estrutura já existente para o desenvolvimento dos projetos de linha do canal. Então, quando a gente fala de branded content, não estamos pensando em uma linha ou em um grupo de pessoas destacadas da estrutura da Discovery para pensar essa história. Dentro da área comercial há um profissional que tem esse olhar e faz a ponte da área comercial com as internas de produção e produção de conteúdo. E a partir da percepção da comunicação dessas áreas, de qual conteúdo pode ser trabalhado pensando em branded, a gente desenvolve os projetos dentro da área comercial.

Fala um pouco do mindset da Discovery neste sentido de conteúdo, incluindo o Prêmio de inovação e criatividade que vocês têm e vai muito neste sentido…

A Discovery tem na sua origem uma palavra associada que é muito importante: “Curiosidade”. Trabalhamos sempre a partir da curiosidade. Por despertar a curiosidade das pessoas a gente entende que pode entreter mais, informar mais, trabalhar em um conceito que as pessoas absorvem mais e se jogam pra dentro dos conteúdos a partir da curiosidade delas.

Puxamos algumas coisas dessa história de forma pragmática e ainda muito constante: temos a inovação e o trabalho que branded faz no sentido de gerar novas oportunidades e visões de modelos comerciais ou mesmo de produção e criação de conteúdo. Acreditamos que temos que valorizar isso, e por esse motivo criamos o Prêmio de Criatividade e Inovação. O objeto é enaltecer o momento em que as empresas e marcas passam a olhar mais cuidadosamente para outras formas de comunicação que vão além dos formatos tradicionais de mídia.

Isso tudo sem colocar em cheque o modelo tradicional de 30 segundos, que é absolutamente fundamental na vida de um programador de televisão como a gente. O break faz parte da nossa história. Porém, é importante pensar em outras formas de comunicação, onde você possa inserir marcas no conteúdo de maneira integrada.  E o branded é uma alternativa interessante. O prêmio tem essa função: valorizar e premiar quem está buscando outras formas e outros modelos de fazer um trabalho inovador.

Outra palavra muito importante é “compartilhar”. A gente entende que tudo o que acumulamos nesse processo foi muito aprendizado e conhecimento. Se a gente não compartilha-los, ele fica muito restrito a nós e isso não faz sentido dentro da ideia de fazer do branded um “business”.

“Não é o branded da Discovery que conta. É o branded como uma ferramenta de comunicação é que vai contar. Então a gente tem que dar suporte e dividir com o mercado todo o conhecimento que a gente tem”.

Desenvolvemos um modelo de apresentação chamado “Discovery Talks”, que mostra como a gente pode levar para o mercado a nossa visão e ao mesmo tempo trazer pra dentro do evento temas relevantes que possam fazer sentido para o mercado.

“É uma forma de colaborar com o mercado, para que juntos possamos entender melhor como é que a gente trabalha esse tipo de coisa”

Quais são os cases mais marcantes de branded content na história recente e por quê?

Em formato curto, salientamos o projeto “Transformadores”, para a Comgás.

 

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Fonte: ADNews
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