Pesquisa revela o tratamento diferenciado a homens e mulheres no mercado de trabalho


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Levantamento da Amcham apresenta as dificuldades para a promoção de mulheres

O mercado consumidor está empoderado. Todos buscam a representatividade pelas marcas, direitos e respeito em geral. E esse desejo por empoderamento atinge outros setores, inclusive os bastidores de empresas. Afinal, do que adianta convencer os consumidores que a marca é engajada em respeitar mulheres, e, no entanto, na prática, a empresa não tem o mesmo tratamento com as funcionárias?

A equidade de gênero ainda é um desafio em diversas companhias brasileiras. As maiores barreiras, principalmente, para as mulheres, estão relacionadas à diferença salarial e na promoção de lideranças. Essa é a conclusão de um levantamento realizado pela Câmara Americana de Comércio (Amcham) e apresentado durante o Seminário Empoderamento da Mulher, realizado em outubro deste ano, em São Paulo.

Veja alguns dados da pesquisa:

  • 76% dos entrevistados (entre gestores de Recursos Humanos de empresas dos mais variados portes e segmentos), revelaram que não há um tratamento igualitário entre homens e mulheres na estrutura organizacional e de gestão;
  • Apenas 24% deles avaliam de forma positiva o tratamento de gênero na empresa;
  • 80% dos pesquisados disseram que a diferença de tratamento é perceptível de forma mais clara na promoção de novas lideranças, com o maior número de homens em nível gerencial;
  • Outros 12% consideram a seleção o momento em que ocorre a maior segregação, com preferência baseada em gênero – e não em competência;
  • 8% apontam o estágio do desenvolvimento, com investimentos em treinamento desigual entre os sexos na empresa;
  • 86% das empresas acreditam que o papel cultural da mulher na estrutura familiar ainda é um fator que influencia a interrupção de carreira. Ou, com a necessidade de arcar com grandes responsabilidades no ambiente familiar, inclusive na maternidade, a escolha de mulheres para cargos mais elevados acaba sendo negada;
  • Para 78% dos entrevistados, o fator maternidade ainda gera interrupções ou pausas em plano de carreira para mulheres executivas.

E o que está sendo feito?

Apesar da mudança sobre a equidade de gêneros em empresas ainda ser lenta, essa mudança vem sendo feita. A pesquisa apontou que em 48% das empresas que possuem um programa estruturado, visando a igualdade, 63% avaliam que os resultados gerados a partir da ação são “regulares”.

Infelizmente, 52% das companhias declararam não ter um programa formal ou ação de incentivo à equidade de gênero.

E a sua empresa? Como trata essa questão de empoderamento da mulher na cadeia de trabalho?

Com informações: Portal no Varejo.

 

Fonte: Feira APAS

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