Leitura facial vira ferramenta de marketing


O psicólogo Paul Ekman em seu apartamento, em San Francisco. Ele diz que não pode garantir que as pessoas usem a tecnologia de leitura facial de uma maneira responsável e que, para isso, o governo precisa elaborar leis que protejam a privacidade das pessoas. Ramin Rahimian for The Wall Street Journal

Paul Ekman, talvez o leitor de expressões faciais mais famoso do mundo, receia ter criado um monstro.

O psicólogo de 80 anos, pioneiro no estudo de expressões faciais na década de 70, elaborou um catálogo de mais de 5 mil movimentos musculares para mostrar que o mais sutil enrugar de um nariz ou arquear de uma sobrancelha revelam emoções ocultas.

Agora, um grupo de jovens empresas americanas com nomes como Emotient Inc., Affectiva Inc. e Eyeris está usando a pesquisa de Ekman como espinha dorsal de uma tecnologia que usa algoritmos para analisar os rostos das pessoas e potencialmente descobrir seus sentimentos mais profundos. Juntas, elas estão acumulando um enorme banco de dados visuais de emoções humanas e buscando padrões que possam prever reações e comportamentos emocionais em grande escala.

Ekman, que concordou em ser consultor da Emotient, diz que está dividido entre o forte potencial de coletar todos esses dados e a necessidade de garantir o uso responsável deles, sem infringir questões de privacidade.

 

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