Mídia

Quais as chances do Brasil na Copa?


Os economistas da Goldman Sachs atualizaram o seu modelo estatístico da Copa do Mundo, o Brasil continua sendo o favorito para ser vencedor.

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Três dos semifinalistas previstos permanecem as mesmas da previsão original: Brasil, Alemanha e Argentina.

Brasil, enquanto a chance de 48,5% de ganhar a Copa no modelo original.

A Holanda, viu a sua probabilidade de levar o troféu subir para 17,7%, de 5,6% e agora é visto como o time mais provável para jogar com o Brasil para o título.

 

 

Fonte: Goldman Sachs

 

Leia matéria completa aqui.

uso de big data e inteligência na tomada de decisão


Case da Mastercard sobre uso de big data e inteligência na tomada de decisão foi apresentado em NY

 A Mastercard está exposta hoje por mais de 40 milhões de pessoas a cada mês nas redes sociais. O mapeamento das interlocuções e um monitoramento online foram realizados com o trabalho da consultoria PRIME Research. O desafio é ter um conteúdo único e uma voz alinhada, que estimule engajamento – e não uma contemplação passiva que não causa reação. Criar insights e ter uma inteligência preditiva é uma nova habilidade permitida com o uso das redes sociais para guiar os negócios, a partir de análises coerentes e bem processadas.

Essa foi a base da apresentação “Smart Data: Using Social Media to Drive Business Strategies”, realizada por Maria Oliveira, Diretora de Projetos da PRIME Research, e Mark Weiner, CEO da Prime Research EUA, no painel “An multicultural approach on Business and Corporate Communications in Brazil and Latin America: Differences & Similarities” do 4º Brazilian Corporate Communications Day nos Estados Unidos da América. O evento aconteceu no dia 16 de abril de 2014 no Hotel Hudson em Nova Iorque, promovido pela Aberje.

 

 

O estudo “Mobile Money Study” foi apresentado pelos palestrantes. Trata-se da mineração de mais de 13 milhões de mensagens de mídia social durante o ano passado através do Twitter, Facebook e blogs e fóruns on-line, com opiniões de consumidores da marca em 56 mercados do Norte e do Sul, Europa, África, Ásia e Orla do Pacífico. A intenção era identificar as atitudes dos consumidores em relação à evolução dos pagamentos digitais e do dinheiro móvel. Usando métodos proprietários  e tecnologia de análise de mídia social baseada em escrutínio humano da consultoria, foi possível detectar oportunidades e traçar um plano de ação. Suas dicas finais foram: ouvir mais, envolver-se em tempo real com os públicos nas plataformas sociais ou outros formatos, concentrar-se nos números de nichos, medir sabendo o que se quer, priorizar ideias e não métricas e ter consciência que dados não contêm emoções.

Veja outros textos de cobertura publicados neste portal. O evento foi realizado sob o patrocínio master da Petrobras e patrocínio do Itaú, da Vale e da Bayer. Teve co-realização da Syracuse University, com suporte institucional da Global Alliance for Public Relations & Communication Management, da Brazilian American Chamber of Commerce, da consultoria PRIME Research, da revista Época Negócios e do Jornal Valor Econômico.

 

Fonte: ABERJE

 

28º FÓRUM DE DEBATES DA APP COMO O JOVEM MULTIMÍDIA INFLUENCIA A PUBLICIDADE


 

PROFISSIONAIS MOSTRAM NO 28º FÓRUM DE DEBATES DA APP COMO O JOVEM MULTIMÍDIA INFLUENCIA A PUBLICIDADE

 

Maior divulgação das marcas e produtos, por conta da convergência das mídias, foi um dos aspectos desenvolvidos no evento

 

São Paulo, fevereiro de 2014 – Associação dos Profissionais de Propaganda, uma das mais tradicionais entidades que congrega publicitários de toda América Latina, realizou o 28º Fórum de Debates na última quinta-feira, 20, com mediação de Renato Pereira, vice-presidente da APP e diretor executivo de Relações com Mercado da Rede Globo. A edição contou com os seguintes convidados: Dora Câmara, diretora regional Brasil do Ibope Media, André Gustavo Soares, diretor geral da Wieden+Kennedy no Brasil, e José Henrique Borghi, presidente da Borghi/Lowe. Com o tema “A Comunicação e o Jovem”, o evento ocupou a Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), onde 115 pessoas estiveram no auditório Profº Aylza Munhoz.

 

A atuação dos jovens brasileiros como consumidores de marcas e produtos, principalmente por meio das opiniões que geram nos multimeios (computador, celular, tablet, etc), foi o destaque do debate. De acordo com os profissionais convidados, esse comportamento influencia o trabalho dos anunciantes, das agências publicitárias e dos institutos de pesquisas que os monitoram.

 

A compra do WhatsApp pelo Facebook no último dia 19, por exemplo, foi colocada em pauta pelos debatedores por se tratar de uma ferramenta que os jovens utilizam não só para relações pessoais, como também para acompanhar as áreas que admiram, como as marcas e produtos que consomem. Ao divulgarem as experiências que tiveram sobre o uso dos mesmos, as opiniões ganham grande repercussão no ambiente virtual e influenciam seus contatos.

 

Sobre este aspecto Dora Câmara detalhou: “Os jovens têm muitas facetas ao ser multimídia, mas não deixa de ser “tradigital”, ou seja, não desconsidera as mídias tradicionais. Eles utilizam todos os meios e ao mesmo tempo, os integrando por meio de comentários. Pelo Target Group Index, identificamos em nove regiões brasileiras que o jovem dos 18 a 25 anos, 12 milhões deles estão no mercado de trabalho. Através do Ibope Audiência constatamos que nos últimos 30 dias, 63% teve poder de compra, principalmente em lojas de departamento. Se atualizar é um desejo constante dessa faixa.” A diretora regional Brasil do Ibope Media também destacou que toda essa pesquisa resulta em targets, classificações para representar a medição do comportamento de diversos públicos.

 

Em contrapartida, os profissionais que atuam diretamente com os requisitos dos anunciantes e com os desejos do consumidor complementaram o debate com cases publicitários para marcas populares entre os jovens, por adotar uma linguagem descontraída e personalizada.

 

André Gustavo Soares apresentou o case “Ouse ser brasileiro”, da Nike para a Copa do Mundo 2014, ação criada pela Wieden+Kennedy e lançada no fim de 2013. A campanha buscou se aproximar de jovens brasileiros que sonham em se tornar craques do futebol. Criaram silhuetas de alguns jogadores da seleção brasileira atual que foram espalhadas por stencil art, painéis e adesivos em campos de treinamentos, ruas, estações de metrô, para inspirá-los.

 

Além disso, disponibilizaram um aplicativo para que as silhuetas fossem personalizadas pelo próprio público, que segundo o diretor geral da Wieden+Kennedy no Brasil, foi aderido por 43 mil pessoas. Ele apontou que no Twitter a #ouseserbrasileiro alcançou 33.723 aparições em 30 dias e o filme “Ninguém joga como a gente”, lançado primeiro na televisão, teve ampla repercussão nas redes sociais: “Não desperdiçamos a TV para lançar o filme, já que continua como mídia de maior aderência. Mas temos a divulgação posterior pela internet, que aumentou o alcance”.

 

José Henrique Borghi exibiu diversos filmes criados para as campanhas do Desodorante AXE, que mostram temas recorrentes entre os jovens e com abordagens bem-humoradas, como o “Axe Seco: transpiração precoce”. O presidente da Borghi/Lowe observou que as plataformas que a faixa etária domina são exploradas pelas agências, mas fez um alerta: “A métrica de views é perigosa. Não se pode basear apenas nela, mesmo com o constante avanço das ferramentas digitais. Isso pode desvirtuar o resultado final de alcance de uma campanha. A marca atrai mais o consumidor. Se a marca só se comunica por oferta tem grande chance de perder o valor”.

 

Transmissão simultânea - As APPs de Bauru, de Uberlândia e a Universidade Metodista de São Paulo acompanharam o evento ao vivo. A videoconferência pela internet ocorreu através da parceria com o GTEC, que utiliza a tecnologia streaming. A medida facilita conexão e foi adotada há três anos para manter canal de comunicação permanente com os capítulos regionais da APP.

 

Sobre a APP

 

APP foi fundada em 29 de setembro de 1937 como Associação Paulista de Propaganda, tendo o poeta e publicitário Orígenes Lessa como primeiro presidente. Em 1989 foi rebatizada como Associação dos Profissionais de Propaganda, insígnia que mantém até hoje. A entidade surgiu da necessidade da atividade publicitária ter uma voz que não se calasse diante de temas e desafios do negócio publicitário e do profissional que atua na indústria da comunicação. Congrega os profissionais dos mais variados segmentos da publicidade nacional, estejam eles entre anunciantes, nas agências, nos veículos ou nas empresas fornecedoras de serviços, todos participando ativamente do desenvolvimento sócio-econômico e profissional do Brasil, especialmente no que diz respeito ao crescimento e contínua modernização das atividades produtivas, comerciais e de serviços. Em sua longa existência, a APP, hoje com mais de 20 Capítulos Regionais no país, vem ajudando a fazer da propaganda uma das atividades profissionais de maior expressividade em nosso país e oferecendo para toda a América Latina, preciosas colaborações técnicas, profissionalizantes e de desenvolvimento ético da profissão.

Ibope suspende auditoria


Ibope suspende auditoria da Ernst & Young

Instituto deve interromper a averiguação alegando que teme espionagem e vazamento de dados

 

O Ibope pode suspender a auditoria realizada pela Ernst & Young. Em entrevista à Folha de S. Paulo, nota publicada nesta sexta-feira, 17, o presidente do instituto, Carlos Montenegro, comentou a possível interrupção da averiguação da medição de audiência de TV feita pela empresa há 15 anos.

O procedimento é pago pela Associação Brasileira de Agências de Publicidade (Abap). A alegação é que o Ibope teme espionagem da GFK, operação alemã em parceria com quatro emissoras do País.

“Não posso correr o risco de vazamentos”, afirmou o presidente ao jornal. De acordo com a publicação, alguns dos integrantes da Abap, dirigentes de TV, pretendem deixar de pagar o serviço fornecido pela empresa de auditoria. Montenegro declara que se os profissionais decidirem não pagar, não haverá mais auditoria. A base será feita pelos números divulgados pela GFK.

Procurada pela reportagem de Meio & Mensagem, a GFK, via assessoria de imprensa, não quis comentar o assunto.

Leia Mais: http://www.meioemensagem.com.br/home/midia/noticias/2014/01/17/Ibope-suspende-auditoria-da-ErnstYoung.html#ixzz2t9tTFfmo 
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As 50 maiores agências do Brasil


Fonte: AdNews

As maiores agências do Brasil (Reprodução/Facebook)

O Ibope divulgou o ranking das 50 maiores agências do País, numa lista que leva em conta os investimentos publicitários dos anunciantes das respectivas empresas.

A liderança segue com a Young & Rubicam. No período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2013, a agência do Grupo Newcomm investiu mais de R$ 7 bilhões em compra de mídia. Como sempre, a conta da Casas Bahia foi a grande responsável por isso, representando mais de R$ 3 bilhões dos investimentos da agência.

Vale lembrar, porém, que a rede varejista perdeu o posto de maior anunciante do país para a Unilever (Axe, Dove, Rexona, etc.), que agora domina o ranking anual com investimentos na casa de R$ 4,5 bilhões em compra de mídia em 2013 (veja o ranking completo abaixo).

De volta ao ranking das agências, o segundo lugar ficou com a Borghi Lowe, seguida de perto por Ogilvy & Mather e AlmapBBDO. A agência de Washington Olivetto, a WMcCann, aparece na quinta posição (confira os valores abaixo).

Vale lembrar que os valores não representam a receita das agências. Os meios analisados são TV, Revista, Jornal, Rádio, Outdoor, TV por Assinatura, Cinema, Internet e Mobiliário Urbano, além de Merchandising, categoria que começou a ser analisada em 2013.

Confira o ranking completo das agências:

Janeiro a Dezembro 2013
Moeda: R$ (000)
Posição Agência Investimento
1 Y R                 7.397.091
2 BORGHI LOWE                 3.708.665
3 OGILVY E MATHER BRASIL                 3.567.548
4 ALMAP BBDO                 3.384.046
5 WMCCANN                 3.199.117
6 PUBLICIS PBC COMUNICACAO                 2.562.652
7 AFRICA                 2.308.283
8 JWT                 2.251.883
9 HAVAS WORLDWIDE                 2.243.472
10 F NAZCA S E S                 2.161.473
11 GIOVANNI DRAFTFCB                 2.102.832
12 DM9DDB                 2.094.216
13 LEO BURNETT TAILOR MADE                 2.088.822
14 NBS                 2.065.816
15 NEOGAMA                 1.749.400
16 LEW LARA TBWA                 1.683.930
17 MY PROPAGANDA                 1.292.178
18 TALENT                 1.257.344
19 Z MAIS                 1.148.244
20 LODUCCA                 1.140.805
21 ARTPLAN                 1.120.890
22 DPZ                 1.064.726
23 AGENCIA WE                 1.036.828
24 P A PUBLICIDADE                    974.685
25 GREY 141                    946.721
26 TATERKA                    870.914
27 PROPEG                    865.243
28 NOVA SB                    863.982
29 LONGPLAY COMUNICACAO 360                    816.289
30 HEADS PROPAGANDA                    752.247
31 FISCHER E FRIENDS                    694.197
32 MASTER ROMA WAITEMAN                    645.574
33 AGE                    598.114
34 FULLPACK COMUNICACAO                    590.650
35 DENTSU                    567.907
36 MULTI SOLUTION                    558.981
37 EUGENIO PUBLICIDADE                    541.278
38 REF COMUNICACAO                    533.055
39 E MIDIA PROPAGANDA E MARKETING                    482.416
40 GIACOMETTI PROPAGANDA                    422.359
41 AGENCIACLICK                    412.572
42 WIEDEN KENNEDY                    405.379
43 MOMA PROPAGANDA                    339.106
44 AGNELO PACHECO COMUNICACAO                    330.728
45 P E M PUBLICIDADE E MARKETING                    325.298
46 LINK PROPAGANDA E COMUNICACAO                    315.330
47 WUNDERMAN                    302.560
48 AGENCIA FBIZ                    299.648
49 UNLIKE                    281.856
50 LOV                    278.129
Fonte: Monitor

Veja o ranking dos anunciantes:

Ran 2012 Ran 2013 TOP 30 ANUNCIANTES Jan a Dez/2013 Jan a Dez/2012
R$ (000) R$ (000) 
2 1 UNILEVER BRASIL                4.583.558            3.057.969
1 2 CASAS BAHIA                3.358.342            3.523.609
27 3 GENOMMA                2.535.873               621.459
5 4 AMBEV                1.746.193            1.645.477
3 5 CAIXA (GFC)                1.674.515            1.683.629
8 6 PETROBRAS (GFC)                1.422.899            1.003.576
14 7 HYPERMARCAS                1.229.141               885.122
10 8 VOLKSWAGEN                1.206.439               993.455
# 9 TELEFONICA ##                1.172.919 #
18 10 RECKITT BENCKISER                1.127.015               791.637
16 11 FIAT                1.092.100               867.691
19 12 BCO DO BRASIL (GFC)                1.072.410               773.148
4 13 SKY BRASIL                1.057.046            1.670.548
15 14 GENERAL MOTORS                   995.236               869.997
12 15 GRUPO PAO DE ACUCAR                   974.777               903.855
24 16 RENAULT DO BRASIL                   949.446               652.962
7 17 PROCTER E GAMBLE                   904.762            1.065.480
11 18 CERVEJARIA PETROPOLIS                   896.005               917.382
13 19 BRADESCO                   889.335               902.161
26 20 ITAU                   858.643               649.854
29 21 L OREAL                   819.928               606.813
20 22 COCA COLA                   785.982               723.869
17 23 OI                   763.820               817.128
22 24 TIM BRASIL                   754.786               716.735
# 25 FORD                   692.550 #
23 26 COLGATE PALMOLIVE                   667.270               668.916
9 27 HYUNDAI CAOA                   665.483               996.916
21 28 CLARO                   657.052               720.802
# 29 O BOTICARIO                   633.216 #
28 30 NET COMUNICACAO                   584.352               609.976
# Não classificada entre as 30 maiores em 2012.
## Em 2013 houve a união dos anunciantes TELEFONICA e VIVO (investimento somado para o período). Fonte

Redação Adnews

Pesquisa sobre Facebook no Brasil


Fonte: PiniOn

Durante os meses de março a junho foi realizada uma pesquisa sobre Facebook pelaHibou, empresa de pesquisa e monitoramento de mercado em parceria com o aplicativo PiniOn, plataforma que combina tecnologia mobile e o crowdsourcing e que capta a opinião a respeito de marcas e temas diversos, com a participação de 2.362 usuário de iPhone de todo o Brasil. Estes resultados mostra, entre outros dados, que 75% dos entrevistados acessam o Facebook direto do seu smartphone.

Infográfico - Pesquisa sobre Facebook

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Disputa pelo mercado de segunda tela esquenta de vez no Brasil


Fonte: IDGNow

Ninguém questiona mais o fato dos programas de TV estarem entre os temas favoritos dos usuários de redes sociais. Mas neste fim de ano, as retrospectivas de termos mais comentados no Twitter e no Facebook parecem ter propositadamente reforçado esta ideia. As duas empresas andam se digladiando pela liderança deste mercado. E não é para menos. Segundo os últimos dados da Nielsen, nos Estados Unidos, 75% dos usuários de smartphones e tablets estão se envolvendo com conteúdos de segunda tela mais do que uma vez por mês, enquanto assistem TV. E cerca de metade dessas pessoas consomem conteúdo de segunda tela diariamente. São cerca de 50 milhões de pessoas. No Brasil, vamos pelo mesmo caminho.

Duas pesquisas recentes dão ao Facebook vantagem sobre o Twitter na preferência dos usuários para comentar programas de TV. Mas as duas precisam ser olhadas com cuidado. Aqui no Brasil, pesquisa da eCGlobal Solutions que aponta o Facebook como favorita para 93% dos 2.128 brasileiros acima de 18 anos ouvidos pela empresa (nas imagens abaixo, outros destaques), teve como universo os participantes da comunidade eCGlobal.com, que usa o login social do Facebook. E esse detalhe pode ter influído no resultado. Nos Estados Unidos, a pesquisa da Nielsen que mostra o Facebook com 83% da preferência, cobre mais a TV paga. E o Twitter, todo mundo sabe, é considerado o líder incontestável da conversa social em torno de TV ao vivo.

“A própria natureza do Twitter, um meio aberto, para comunicação rápida, o torna plataforma ideal para dar voz ao público em tempo real. Para comentar o que acontece naquele momento”, explica Carlos H. Moreira Jr, Head of Media & Market Development do Twitter no Brasil, que sustenta o argumento de que, mais do que um meio de distribuição, o microblog é sim um local para as pessoas conversarem sobre o que quiserem. “Somos menos um broadcaster e mais um amplificador da conversa das pessoas com outras pessoas, conhecidas ou desconhecidas”, diz ele. No Brasil, os assuntos mais comentados são as novelas e os reality shows, depois os programas de esporte, os de música (como o The Voice) e notícias.

Bati um longo papo com o Carlos na última sexta-feira e deu para perceber que, ao contrário do Facebook, o Twitter já tem um posicionamento bem claro de como aproveitar o interesse do público para ganhar dinheiro, sobretudo com publicidade. O ecossistema montado em torno de sua API está melhor estruturado. Já conta com ferramentas para mensuração (Qual Canal), análise (Scup), visualização (Flowics). Duas delas já certificadas no Programa de Produtos do Twitter, que seleciona os melhores e mais inovadores produtos e serviços criados por desenvolvedores do microblog para empresas e clientes.

Esses parceiros têm trabalho em conjunto com o Twitter Brasil em projetos especiais para redes de TV. O programa de parceria Twitter Amplify também já desembarcou com força total no Brasil e deve ganhar impulso no ano que vem, durante a realização da Copa do Mundo. Programas como “Domingo Legal” e a novela “Chiquititas”, do SBT, experimentam a geração de conteúdo exclusivo de segunda tela patrocinado pela marca Jequeti. A transmissão do Rock in Rio pelo Multishow também contou com uma experiência semelhante, patrocinada pela Garnier (marca pertencente à multinacional de cosméticos L’Oreal). Nos sete dias de festival conteúdos de vídeos, trechos de entrevistas e momentos únicos dos bastidores foram tuitados pela conta @multishow.

“Meu trabalho agora é evangelizar o mercado, orientar marcas e emissoras a como engajar mais, gerar mais interações. Sou meramente um fomentador de ações de segunda tela. Mas se nesse meio tempo surgir uma oportunidade comercial, desde que todas as partes estejam de acordo, então posso vender os formatos mais apropriados”, explica Carlos.

Sair na frente dá ao Twitter alguma vantagem, mas a concorrência já começa a dar o ar de sua graça. Não só o Facebook está interessado neste mercado. Enquanto o Facebook procura intensificar seus esforços para convencer os anunciantes de TV tradicionais de que sua plataforma pode chegar aos seus clientes mais eficiente do que a TV, além de convencer as próprias emissoras de que os apps rodando na rede social podem ampliar o engajamento com programas como séries e novelas, pequenas startups correm por fora, lançando mão do desenvolvimento de apps complementares ou não ao movimentos das redes sociais, para aproveitar o fenômeno da segunda tela.

Entre os participantes da pesquisa da eCGlobal Solutions, 42% afirmaram que já baixaram aplicativos sobre TV no Facebook, 32% para smartphones Android e 16% para tablets Android. O mais interessante é que 33% respondeu que gostaria de um aplicativo para smartphone ou tablet para que pudesse interagir com o seu programa de TV favorito. Os apps mais citados foram o GetGlue, o Miso e o Tunersish, que permitem que os usuários comentem os programas que estão assistindo.

O Sappos, aplicativo gratuito de segundo tela desenvolvido pela startup homônima fundada por ex-executivos do Grupon, resolveu investir em recursos extras para fidelizar a audiência. O mais recente deles permitirá que os usuários possam adquirir produtos utilizados pelas celebridades na televisão, enquanto estiverem assistindo suas novelas e seriados preferidos. A nova funcionalidade do app já está disponível nas versões para iOs e Android.

Através de parcerias com empresas de e-commerce, como Dafiti, Olook, Farfeth e Booking, a equipe da Sappos, de acordo com o conteúdo exibido pela emissora, faz a curadoria dos produtos a serem anunciados em banners no app que remetem às lojas online dos parceiros. Segundo Thiago Navarro cofundador da Sappos, os banners com os produtos são exibidos por até uma semana, dependendo da curadoria feita pela equipe da Sappos.

A intenção da Sappos é se tornar uma rede social de nicho, a partir do uso do app, como acontece com o Instagram ou o Waze. “O e-commerce é um diferencial para os nossos usuários”, comenta Raphael Lejeune, também cofundador da startup. “Agora, não estamos tão interessados na monetização a partir dessa operação de e-commerce. Queremos é que o recurso nos ajude a viralizar o app e atrair mais usuários”, comenta. Desde o seu lançamento, em julho, 100 mil pessoas já baixaram o aplicativo da Sappos, que figura no Top 10 da Apple Store na categoria Entretenimento, e os cofundadores esperam alcançar 1 milhão de usuários no primeiro semestre de 2014.

“A fundação da Sappos consiste em 3 pilares, o primeiro é a interação entre amigos, que é fundamental para nós, a segunda é o conteúdo exclusivo no app e a terceira agora é o e-commerce, que tem a missão de agregar aos pilares anteriores”, reforça Raphael Lejeune.

2014 promete.

Ipsos aumenta cobertura Marplan em 2014


Fonte: Telaviva

A Ipsos anunciou mudanças no seu estudo de consumo Marplan EGM (Estudo Geral de Meios). Segundo a empresa, a versão de 2014 da pesquisa irá aumentar sua cobertura e incluir regiões importantes do Brasil, além de simplificar a leitura dos números.

A partir de 2014, 22 mercados brasileiros serão contemplados, representando 65% do PIB. No Nordeste, serão incluidas grandes capitais como Natal, Maceió, Alagoas e João Pessoa. Além disso, o interior do Rio Grande do Sul, a Baixada Santista e o interior de São Paulo também farão parte da nova amostra.

Segundo a Ipsos, todas estas regiões representam mais de 90% dos investimentos publicitários e geram 58 mil entrevistas, indicando o um número projetado de 80 milhões de indivíduos.

Além disso, os clientes passarão a receber o software das pesquisas, onde poderão cruzar diversas informações.

Nielsen assume controle da joint venture


Nielsen assume controle da joint venture com Ibope no Brasil

Por Gustavo Brigatto | Valor

SÃO PAULO  –  A empresa de pesquisa americana Nielsen assumiu o comando da joint venture que mantinha com a brasileira Ibope para estudos na área digital.

Criada em 1998, a Ibope Nielsen tinha participação majoritária da companhia brasileira, que vendia alguns produtos da Nielsen no país, como o NetRatings.

Pelo novo acordo, a companhia americana ficou com o controle e assumiu a operação do NetRatings. A iniciativa conjunta passa a se chamar Nielsen Ibope e os cerca de 20 funcionários que ficavam no Ibope passam para o escritório da Nielsen em Cotia, cidade próxima a São Paulo.

Nem o valor, nem os percentuais envolvidos no negócio não foram revelados.

Os negócios serão comandados por Thiago Moreira, que era diretor de telecomunicações da Nielsen.

Ao Valor, o executivo disse que a mudança societária foi ocasionada pela introdução no país de uma nova metodologia de medição de publicidade na internet, o Nielsen Online Campaign Ratings. Desenvolvido há dois anos e meio, o produto já está disponível em cinco países.

“Lançar esse produto exige um trabalho complexo com o mercado. E nós já temos a experiência de como fazer. Por isso resolvemos assumir o controle da joint venture neste momento”, disse Moreira.

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GfK começa a operar em 2014


Fonte: Adnews

Concorrente do Ibope começa a operar em 2014, diz site

Concorrente do Ibope começa a operar em 2014, diz site (Reprodução)

O Instituto alemão Gfk, concorrente do Ibope, vai começar a operar no Brasil em 2014, conforme noticia o site Noticias da TV, em nota assinada pelo jornalista Daniel Castro.
Uma medição mais robusta e também mais barata vem sendo oferecida pela empresa, que tem como principais financiadores os canais Record, SBT, Band e Rede TV!.
Os contratos ainda não foram assinados por estas redes, o que deve acontecer nos próximos meses. Será montado um painel nacional e painéis regionais em 15 metrópoles, como acontece com o Ibope.
Segundo o NTV, a Globo observa as negociações, mas defende a exclusividade do Ibope.
Financiado por Record, SBT, Band e Rede TV, o instituto alemão GfK deve começar a medir audiência no Brasil em janeiro, ainda em fase de testes. Os primeiros relatórios consolidados, tidos como válidos, devem chegar ao mercado no começo do segundo semestre de 2014.
O intermediário para as negociações é o publicitário Fabio Wajngarten, diretor do Controle da Concorrência, serviço que monitora inserções comerciais na TV.
#mundodapesquisa

Brazilian broadcasters Band TV, Record, RedeTV! and SBT


 
 

GERMANY — Brazilian broadcasters Band TV, Record, RedeTV! and SBT are on the cusp of agreeing a $100m-plus, five-year TV audience measurement contract with GfK.

A memorandum of understanding was announced this week, coinciding with the global research group’s third-quarter results.

The deal, once signed, would see GfK track viewing of terrestrial, cable and satellite television – both live and time-shifted – within 6,000 homes.

Measurement would begin in 2015, covering Brazil’s 15 largest cities. The new ratings system would be a rival to that already in place, which is overseen by Ibope.

Gerhard Hausruckinger, management board member of GfK, said: “The partnership we are announcing in Brazil is a major strategic step for GfK that allows our TV audience measurement business to enter South America.

“Brazil offers huge potential, and we are delighted to have reached this memorandum of understanding with four leading national players to bring our expertise and experience to the Brazilian market. We expect the final agreement to be signed in the coming weeks.”

Fonte: Research Live

A PUBLICIDADE ONDE AS PESSOAS ESTÃO


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Em palestra na sede da APP em São Paulo, Leonardo Tristão, diretor geral do Facebook no Brasil, falou sobre a publicidade na maior rede social do mundo

 

São Paulo, novembro de 2013 – Leonardo Tristão, diretor geral do Facebook no Brasil, esteve no centro das atenções da 8ª edição do Electronic Lounge, evento da Associação dos Profissionais de Propaganda (APP) realizado nesta terça-feira, 05, na sede da entidade, em São Paulo. O Electronic Lounge tem como objetivo estreitar laços dos profissionais que atuam na indústria da comunicação com grandes nomes da publicidade digital nacional.

 

Com o tema “Facebook – Uma nova visão da comunicação”, Tristão apresentou a plataforma da maior rede social do mundo não apenas como um meio de interatividade entre as pessoas, mas também como uma identidade de consumidores baseada em suas buscas diárias: “As marcas estão em nosso dia a dia e representam nossas escolhas, por isso a publicidade está onde as pessoas estão presentes. No caso do Facebook, no feed de notícias”. E acrescentou: “As pessoas estão dividindo suas vidas conosco e, consequentemente, suas escolhas”.

 

Tristão falou sobre as novas funcionalidades para a publicidade no Facebook e explicou sobre o recurso “Exchange”, que permite às marcas serem anunciadas às pessoas que recentemente procuraram produtos semelhantes aos seus: “A preocupação de nossa plataforma é fazer com que informações publicitárias cada vez mais relevantes cheguem ao feed de cada usuário”, afirmou o diretor geral do Facebook.

 

Com uma previsão sobre os caminhos da publicidade na rede social em que atua, ele foi categórico: “Nosso canal de comunicação certamente já é uma ferramenta de dispersão de informação. Com isso, se a publicidade utilizar o conteúdo de forma adequada, com as pessoas certas, na hora certa, as chances desta informação se tornar relevante entre os públicos é muito alta, o que potencializa os resultados das inserções publicitárias na web para as marcas”, explicou.

 

SOBRE A APP

 

A APP foi fundada em 29 de setembro de 1937 como Associação Paulista de Propaganda, tendo o poeta e publicitário Orígenes Lessa como primeiro presidente. Em 1989 foi rebatizada como Associação dos Profissionais de Propaganda, insígnia que mantém até hoje. A entidade surgiu da necessidade da atividade publicitária ter uma voz que não se calasse diante de temas e desafios do negócio publicitário e do profissional que atua na indústria da comunicação. Congrega os profissionais dos mais variados segmentos da publicidade nacional, estejam eles entre anunciantes, nas agências, nos veículos ou nas empresas fornecedoras de serviços, todos participando ativamente do desenvolvimento sócio-econômico e profissional do Brasil, especialmente no que diz respeito ao crescimento e contínua modernização das atividades produtivas, comerciais e de serviços. Em sua longa existência, a APP, hoje com mais de 20 Capítulos Regionais no país, vem ajudando a fazer da propaganda uma das atividades profissionais de maior expressividade em nosso País e oferecendo para toda a América Latina, preciosas colaborações técnicas, profissionalizantes e de desenvolvimento ético da profissão.

Como funciona a publicidade na internet


Fonte: Olhar Digital

O momento não poderia ser melhor – pelo menos para quem vende. Puxada pelo crescimento de grandes portais e também do e-commerce nacional, a publicidade online vive um momento único no Brasil. Para se ter uma ideia, atualmente o país ocupa a quarta posição no mundo em pageviews e é a sexta maior audiência da internet. Ou seja, nenhum anunciante pode ignorar tamanho potencial.

As marcas já conhecem o caminho das pedras para conquistar mais clientes e apostam cada vez mais no meio online; inclusive o governo brasileiro investe muito em publicidade na web. Tudo bem, a TV ainda é o meio favorito dos anunciantes, mas no ritmo que está, é capaz que algum dia essa situação acabe mudando de vez.

“A internet já está chegando ao nível da televisão em termos de importância e em termos de engajamento do público brasileiro. Ainda não está aí em termos de investimento, mas com certeza é o meio que mais cresce hoje em dia”, comenta Alex Banks, vice-presidente latino-americano da comScore.

O engajamento do brasileiro no Facebook também fez as empresas – já há algum tempo – prestarem muita atenção em tudo o que rola na rede social. O ambiente é extremamente fértil para as marcas conhecerem melhor o perfil dos consumidores e até investir em anúncios direcionados.

Existem basicamente duas formas de anúncio na internet; o principal e mais comum ainda são os banners. “Também há diferentes formatos, com vídeos, aqueles que ocupam a página inteira em alguns segundos. É claro que cada um tem um preço diferente”, diz Banks.

O objetivo maior das publicidades visuais é atrair visitas para o site ou fazer com o que o internauta mantenha aquela marca na cabeça; mesmo que inconscientemente.

A segunda maior alternativa para a publicidade online são os links patrocinados; quando o anúncio está embutido nos resultados de pesquisas de mecanismos de busca como o Google, por exemplo.

Por falar em Google, não só o gigante das buscas, mas praticamente todo site que você acessa observa e mapeia seu comportamento. Monitorando as buscas é possível traçar perfis mais embasados e vender essas informações a empresas de marketing.

“Não só os sites que você visita estão vendo seu comportamento, sua navegação, mas também anunciantes e empresas que ajudam anunciantes estão vendo essa informação”, informa o executivo, lembrando que não são coletados dados pessoais, apenas algo que indique seus interesses.

Para nós, usuários, esse rastreio significa ofertas mais direcionadas e relacionadas aos nossos gostos; seja ela em publicidade ou na indicação de novos vídeos no YouTube, por exemplo. Por um lado, isso não é de tudo ruim – afinal, já que não tem como evitar a publicidade, melhor receber algo que tem a ver com você do que qualquer coisa completamente aleatória.

Mas esse bombardeio publicitário pode chegar a um nível meio incômodo. Às vezes parece que estamos sendo perseguidos e até forçados e efetuar determinada compra. É tão insistente que fica chato. Pior é quando pesquisamos, já compramos o produto e continuamos recebendo as mesmas ofertas.

“Dá para eliminar isso simplesmente limpando seu browser, eliminando seus cookies. Mas também, assim como você tem logins e senhas guardados no browser, é bom manter um perfil para ajudar a internet a se comunicar e ser um pouco mais personalizado para você e seus interesses”, opina Banks.

Além da limpeza dos navegadores dos cookies, também dá para optar por navegadores que não permitem o rastreio. Tem gente que vai mais longe e apela para a Deep Web para despistar esses mecanismos inteligentes que te seguem o tempo todo para ofertar produtos de acordo com os sites que você visita.

Abaixo do vídeo nós separamos o link da reportagem especial que fizemos sobre a Deep Web. Acesse e confira também o link para baixar o Tor. Este é um browser que promete que nenhum site nunca mais irá coletar suas informações enquanto navega. E você, como lida com isso? Também acha invasivo e exagerado o formato da publicidade online? Aproveite e deixe sua opinião… participe. No nosso fórum há um tópico de discussão a respeito. Acesse e contribua com sua visão.

 

Assista o vídeo

E.life lança em Brasília análise de dados eleitorais


Fonte: Decision Report

A E.life, focada em inteligência de mercado e gestão do relacionamento nas redes sociais, e a Contexto Estratégia, empresa especialista em estratégias políticas, lançam, amanhã, dia 06 de novembro, em Brasília, o Big Data Eleitoral. Trata-se de uma base de dados crescente e contínua, com milhões de informações classificadas e analisadas por diferentes tipos de hábitos e padrões de comportamento de eleitores e políticos nas redes sociais.

O conceito foi planejado para ser um instrumento de aproximação entre os políticos e a sociedade, pelo conceito de tribos de interesses. De um lado, o serviço incorpora a infraestrutura de big data e a ferramenta de business intelligence, Buzzmonitor. Por outro, a Contexto integra ao serviço a experiência em aplicar e analisar pesquisas quantitativas e qualitativas para traçar estratégias políticas.

Baseado na ferramenta Buzzmonitor, da E.life, o serviço Big Data Eleitoral coleta, classifica e analisa os desejos da sociedade, o comportamento de eleitores e políticos e os movimentos sociais que tenham quaisquer relações com o tema. E ainda pode ser utilizado tanto pela sociedade como por candidatos, partidos e governos.

Aos candidatos às eleições de 2014 a prática de coleta de dados oferece uma ampla gama de informações aprofundadas, classificadas e analisadas, todas disponibilizadas pelos próprios eleitores em perfis públicos e comparadas a resultados de pesquisas quantitativas e qualitativas. Com isso, os candidatos poderão criar programas e estratégias de conquista dos eleitores que correspondam aos anseios dessa sociedade que se manifesta nas redes sociais.

A E.life calcula que serão analisados milhões de dados e milhares de pessoas por dia entre Twitter e Facebook, um volume sempre crescente, à medida que as eleições se aproximam.

As análises também pode ser um instrumento para a sociedade monitorar e influenciar o processo eleitoral. Além de ter as publicações analisadas e organizadas para melhor compreensão dos políticos, cada cidadão pode monitorar assuntos e pessoas de seu interesse.

CBN faz parceria com IBOPE


CBN faz parceria com IBOPE Inteligência (Reprodução)

O CONECTA, plataforma web do IBOPE Inteligência, e a CBN se uniram no projeto Pergunte ao Brasil, uma parceria inédita que vai possibilitar aos ouvintes da rádio serem os autores de cinco perguntas que serão feitas a milhares de brasileiros.

O Pergunte ao Brasil se inspirou no Ask the World (Pergunte ao Mundo), feito pela rede mundial de pesquisa de mercado Worldwide Independent Network of Market Research (WIN) com o programa britânico de rádio BBC Today: os ouvintes eram convidados a enviar perguntas que, depois de selecionadas, foram respondidas por dezenas de milhares de pessoas em mais de 70 países.

O CONECTA e a CBN criaram uma versão nacional dessa iniciativa. Através do e-mailpergunteaobrasil@cbn.com.br os ouvintes podem mandar suas sugestões de perguntas a serem feitas aos brasileiros. Há espaço para questões sobre qualquer assunto – tudo vai depender da imaginação dos participantes.

Um júri vai escolher as cinco melhores perguntas, que serão respondidas por 4 mil conectologistas – integrantes do CONECTAÍ, painel de pesquisas online do CONECTA, que reúne mais de 100 mil consumidores.

As perguntas deverão ser enviadas de 4 a 15 de novembro e os autores das cinco questões vencedoras serão conhecidos no dia 29 de novembro. A pesquisa será respondida pelos conectologistas no início de dezembro e os resultados serão divulgados com exclusividade pela CBN no dia 16 dezembro.

Para responder as perguntas vencedoras do Pergunte ao Brasil, é preciso se cadastrar noCONECTAí. É rápido e não custa nada. Integrantes do CONECTAí, além de participarem de outras pesquisas sobre diversos assuntos, acumulam pontos que podem ser trocados por prêmios e participam de sorteios.

Redação Adnews

 

FONTE: ADNews

81% dos ouvintes de samba também escutam sertanejo


Entenda mais sobre os dois estilos que têm a cara do brasileiro
​Entre os ouvintes, 58% escutam sertanejo e 44% ouvem samba e pagode.
​Dados do Target Group Index, do IBOPE Media, apontam que 73%  da população das principais capitais e regiões metropolitanas brasileiras escutam rádio com frequência. Entre os ouvintes, 58% escutam sertanejo e 44% ouvem samba e pagode.

Mas apesar de diferentes, esses dois estilos apresentam pontos em comum quando analisado os públicos que atraem. É o que indica o estudo Tribos Musicais, desenvolvido pela área de Learning & Insights, do IBOPE Media.

De acordo com o levantamento, a classe social e a idade têm forte influência entre esses estilos musicais. A maioria dos ouvintes de sertanejo e samba/pagode é da classe C e tem entre 25 e 34 anos.

Além disso, 81% dos que ouvem samba/pagode também escutam sertanejo. Já entre os ouvintes de sertanejo, 61% apreciam samba.

Com relação aos hábitos de lazer, as preferências entre os dois grupos também apresentam semelhanças: 39% dos ouvintes de samba e pagode participam de churrascos com frequência, percentual que entre os sertanejos é de 37%.

Sobre a pesquisa
O estudo Target Group Index é realizado nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza, Brasília e nos interiores de São Paulo e das regiões sul e sudeste. Ao todo, entre julho de 2011 e agosto de 2012, foram realizadas 20.736 entrevistas com pessoas de ambos os sexos das classes AB, C e DE, com idades entre 12 e 75 anos. A representatividade é de 49% da população brasileira entre 12 e 75 anos ou 71 milhões de pessoas. Filtro: Ouviu rádio nos últimos 7 dias.

Big Data em projetos de comunicação


Fonte: Proxxima

Termo ganha espaço nas áreas de marketing e integra novos processos e profissionais aos projetos de comunicação das empresas

 

Empresas adotam Big Data em projetos de comunicação

 

Por Antonio Carlos Santomauro

Considerada coleta e integração da maior quantidade possível de informações, e seu subsequente uso para ações mais eficazes – no caso do marketing, mais personalizadas, ou mais adequadas a um momento -, a ideia do big data não parece nova: embasa também outros conceitos, como o CRM.

Mas as tecnologias digitais ampliaram enormemente a possibilidade de coleta e de integração de informações, e não apenas aquelas que vêm dos consumidores, mas também dados de mercado e de outros fatores que influo consumo. Como consequência, profissionais de marketing e comunicação começam a desenvolver trabalhos mais conjuntos com detentores de outras expertises, como estatísticas e modelagens matemáticas.

Grupos de comunicação até já incluem operações especificamente focadas nesses conhecimentos, mostra a aquisição, realizada no ano passado pelo grupo SapientNitro, da empresa norte-americana mPhasize.

A mPhasize, diz Marcelo Sant’iago, vice-presidente de desenvolvimento de negócios da SapientNitro na América Latina, é especializada em marketing mix modelling; ou seja: trabalha com modelos estatísticos e matemáticos na definição dos projetos e investimentos de comunicação. Em setembro próximo, um profissional dessa empresa estará no Brasil, apresentando esse conceito e seus serviços aos clientes locais da rede SapientNitro.

Muitas empresas, observa Sant’Iago, já buscam tirar proveito da atual profusão de informações, que precisam porém ser organizadas: “Sem isso, como diz uma expressão clichê do mercado, tem-se um ‘bando’ de dados, e não um banco de dados”.

Abel Reis, presidente da AgênciaClick Isobar, reconhece ser inevitável a integração, aos projetos de comunicação, de profissionais especializados em áreas como estatística e modelos econométricos. Crê ser também inexorável, em decorrência desse avanço no volume, na velocidade e na variedade das informações, a movimentação da comunicação em direção ao data driven advertising: “Cada vez mais entregaremos mídia a partir de dados oriundos das mais diversas fontes, e específicos de cada consumidor”

“Impossível ficar fora”
Estudo desenvolvido no Brasil pelo Ibramerc (Instituto Brasileiro de Inteligência de Mercado), em parceria com a ebusiness Brasil (Associação Brasileira de e-business), mostra que, se aparece como tendência, o conceito do big data ainda é pouco compreendido por profissionais de marketing e de TI (ver quadro com informações específicas dos profissionais de marketing).

Na verdade, quase ninguém já sabe exatamente o que fazer com esse conceito, ressalta Henrique Gasperoni, diretor de marketing do Ibramerc: e, para ele, a principal dificuldade associada ao big data não está mais na seara tecnológica, e sim na necessidade de decidir o que fazer com a enorme quantidade de dados hoje disponível.

Não dá, pondera o diretor do Ibramerc, para pensar em trabalhar com todo o atual arsenal de informações, e as empresas devem verificar em quais ambientes está o público que lhes interessa, analisar quais deles pode ser monitorado com uma relação entre custo e benefício satisfatória, e definir os processos e tecnologias que fundamentarão o processo de big data. “Feito isso, precisam decidir o que fazer com as informações”, ele complementa.

Sant’Iago, da SapientNitro, também coloca essa decisão relativa às modalidades de uso das informações na base do big data; mas ele também ressalva: muitas vezes, a própria riqueza das informações integradas a esse trabalho pode apontar objetivos mais interessantes que aqueles inicialmente definidos.

No Brasil, especifica Marcelo, “ainda sendo arranhada a superfície” do conceito do big data. “Mas mesmo nos Estados Unidos essa ainda é uma ciência nova, envolve ferramentas de marketing mix modelling e predictive analytics ainda não compreendidas – dada sua complexidade -, por todas as agências e anunciantes”, ele argumenta.

Em maior ou menor escala – quando analisa o comportamento em um site de e-commerce, ou a resposta à publicidade display -, a comunicação digital já se vale desses recursos, nota Abel, da AgênciaClick. “Cada vez mais os clientes têm consciência de ser justamente a possibilidade de comunicação altamente segmentada e eficiente a grande beleza da comunicação digital, e querem que as agências otimizem seus investimentos valendo-se desse potencial”, ele enfatiza.

Juntamente com a agência de marketing de performance iProspect e a provedora de soluções de inteligência AUNICA, a própria agência comandada por Abel já trabalha com a Sky em processos fundamentados em big data, diz Marcelo Miranda, diretor de marketing dessa operadora de TV paga. “Com esses parceiros, e uma área interna de data intelligence, de forma estruturada e levando em conta as variáveis e objetivos de negócio da empresa, realizamos o tratamento dos dados e sua transformação em informações para a companhia”, relata Marcelo Miranda.

Para ele, o big data é cada vez melhor entendido pelas áreas de marketing e pelas agências, e entre outras coisas contribui para identificar nichos de mercado, avaliar a aceitação de produtos e serviços, perceber as respostas dos consumidores à comunicação. “Não há como ficar de fora desse universo”, finaliza o diretor de marketing da Sky.

Nielsen cruza buzz de Twitter com TV


O índice Nielsen TV Twitter Rating divulga primeiras estatísticas da audiência de programas norte-americanos

A partir desta segunda-feira 7, a Nielsen e o Twitter começam a divulgar a audiência de programas de TV mensurada por meio de tweets. O sistema detecta o número de vezes que um post sobre determinada atração é visualizado, seja em dispositivos móveis ou computadores.

O Nielsen TV Twitter Ratings – como foi batizado o dispositivo de mensuração – tem o objetivo de ajudar emissoras, agências e anunciantes a melhorar o planejamento de mídia e decisões de compra que incorporam o impacto da rede social sobre a TV. Um dos primeiros dados divulgados foi que, durante a última semana de setembro, a série Breaking Bad rendeu 1,2 milhões de tweets gerados por usuários americanos. Esses tweets foram vistos por 129,6 milhões de contas.

O segundo programa mais tuítado foi o The Voice, com 273,500 tweets e alcance em 14 milhões de contas. Jimmy Kimmel Live e Dancing With the Stars ficaram em terceiro e quarto lugar, respectivamente. SEC Storied foi a quinta atração mais comentada. O ranking mostra que as séries mais assistidas na TV dos Estados Unidos não são necessariamente as que geram maior repercussão nas redes sociais.

O Facebook também quer atrair as emissoras de televisão. Na última semana, a empresa anunciou que vai passar a reportar dados sobre audiência e interações dos programas de TV exibidos pelas maiores redes norte-americanas: NBC, ABC, CBS e FOX.

Leia Mais: http://www.meioemensagem.com.br/home/midia/noticias/2013/10/07/Nielsen-cruza-buzz-de-Twitter-com-TV.html#ixzz2heMMqmE1
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APP TRAZ GRANDES NOMES DA COMUNICAÇÃO PARA O 25º FEST’UP


Logo 75 anos

 

Evento aconteceu entre os dias 21 e 22 de setembro, na FAAP, em São Paulo

São Paulo, setembro de 2013 – Associação dos Profissionais de Propaganda, uma das mais tradicionais entidades que congrega publicitários de toda a América Latina, realizou nos dias 21 e 22 de setembro a 25ª edição do Fest’UP – Festival Universitário de Propaganda, nos auditórios da FAAP (Fundação Armando Álvarez Penteado), em São Paulo. O evento contou com mais de 1100 alunos da área de comunicação para um bate papo com os mais renomados profissionais da área.

 

Os palestrantes apresentaram aos estudantes o mundo da propaganda por meio de cases e filmes, contando um pouco de suas experiências profissionais e falando sobre sua rotina de atuação. Marcelo Passos, VP da DM9DDB, que se apresentou no primeiro dia do evento, deu a dica para os estudantes seguirem como grandes profissionais do meio: “Ser inquieto é não ter prazo de validade. Você tem que acordar com a certeza de que hoje você vai perder seu cliente para que você possa se superar, fazer melhor e diferente”.

 

Cases ganhadores de Cannes 2013 também foram apresentados pelos palestrantes, mostrando uma tendência publicitária a ser levada em consideração: “A relação entre os vencedores é que eles reforçam o compromisso com o consumidor em suas causas coletivas”, afirmou Mario D’Andrea, jurado de Cannes 2013. D’Andrea ilustrou o argumento com o filme “My blood is red and black”, feito pela agência Leo Burnett Tailor Madepara o Esporte Clube Vitória, que aumentou significantemente o número de doadores de sangue na época de sua veiculação da campanha no Brasil.

 

Apontando algumas frustrações vividas em momentos da carreira pelos profissionais de propaganda, Vitor Knijnik, VP de Criação da VML, descreveu uma realidade, na qual muitos ainda irão viver: “O prazer de ter uma boa peça provocadora e o desprazer de vê-la engavetada. É assim que acontece às vezes”. Na mesma linha de raciocínio, Joel Severo, Diretor Comercial da Rede Globo, evidenciou algumas restrições do mercado: “Não aceitamos mais especialistas em apenas uma área, fazendo apenas aquilo. O profissional com a visão do todo é aquele que vai se destacar no meio da multidão”.

 

Os palestrantes não pouparam elogios ao evento: “A cada ano que passa as pessoas estão cada vez mais interessadas e participativas. O Fest’UP nos dá a possibilidade tanto de aprender quanto de ensinar”, disse Gleidys Salvanha, Gerente de Relacionamento com Agências do Google Brasil, que fez sua apresentação no segundo dia do evento. João Vassão, da Publicis Red Lion, que se apresentou na categoria Agência, também frisou aspectos positivos do evento: “Nossa função é dar para os jovens parâmetros do que está acontecendo no mercado e deixá-los mais preparados, para quando entrarem em agências não tomarem sustos ou se sentirem frustrados”.

 

O Presidente da APP, Ênio Vergeiro, se mostrou entusiasmado para a próxima edição, que acontecerá no mês de setembro do ano que vem, ainda sem data firmada: ”O evento está melhor a cada ano. Com mais de 40 palestrantes e 150 pessoas trabalhando para que tudo funcione bem, superamos todas as edições, só perdemos para a de 2014”.

 

A 25ª edição do Fest’UP contou com o patrocínio da GloboGlobosat e Estadão.