Como fazer uma pesquisa de mercado


Como fazer uma pesquisa de mercado
Respondido por Cynthia Serva, especialista em empreendedorismo

Um dos principais erros que um empreendedor pode cometer é subestimar a importância da pesquisa de mercado, seja na fase de concepção do negócio (validação da ideia) ou já na implementação.

É a pesquisa de mercado que irá ajudá-lo a entender seus potenciais clientes, conhecer seus concorrentes e validar se de fato existem pessoas (mercado!) dispostas a pagar por seu produto ou serviço.

Reumidamente, pesquisa de mercado é o processo de coleta e análise de informações que ajuda o empreendedor na tomada de decisões estratégicas.

É através da pesquisa e análise do mercado que será possível identificar as reais necessidades e desejos ainda não atendidos dos potenciais clientes, ajustar as premissas nas quais o negócio está baseado e também tomar decisões sobre estratégias de distribuição e precificação.

Existem basicamente dois métodos de pesquisa de mercado: a pesquisa primária e a pesquisa secundária. Na pesquisa primária os dados são coletados especificamente para seu negócio, e podem fornecer ideias e insights sobre as necessidades e percepções dos clientes, dentre várias outras informações. Você consegue essas informações através de entrevistas, questionários ou reuniões com grupos de potenciais clientes.

A pesquisa secundária é a utilização de dados que já foram coletados para outros objetivos e poderão ser úteis para resolver o seu problema. Estes dados estão quase sempre na internet, em sites do governo, de associações e especializados.

De uma forma bem simples o processo de pesquisa de mercado pode ser dividido em cinco etapas: definição do seu problema, planejamento, investigação, coleta e análise dos dados/informações.

O primeiro passo é definir seus objetivos; ou seja: quais são as respostas que você procura. Selecione as perguntas chave, defina o melhor método, pense em quais recursos você precisará para fazer a pesquisa (ferramentas, tempo, dinheiro, etc.) e por último, caso vá fazer uma pesquisa primária, pense quais pessoas, e como chegar até elas, poderiam ser as potenciais respondentes e claro, como você fará a divulgação da pesquisa.

Cynthia Serva é coordenadora e professora do Centro de Empreendedorismo do Insper.

Conheça a SPHINX BRASIL


Saiba mais sobre o softwareSphinx e suas possibilidades para

pesquisasem entrevista com o Diretor Técnico da SPHINX Brasil

 

 Fernando Kuhn Andriotti comenta sobre a origem do software, suas aplicações e as perspectivas da SPHINX Brasil, que representa o software com exclusividade no Brasil e na América Latina e está completando 20 anos.

Se conecte com a SPHINX: www.sphinxbrasil.com e facebook.com/sphinxbrasil

Mundo da Pesquisa: Há quanto tempo existe o softwarepara pesquisa Sphinx?

Fernando Kuhn:O softwareSphinxfoi originalmente criado na França na década de 90. Hoje ele está presente em diversos países do mundo, nos idiomas francês, português, espanhol, inglês e alemão.

 

Mundo da Pesquisa: Quando ocorreu a chegada do Sphinx no Brasil?

Fernando Kuhn:As primeiras versões do software chegaram no Brasil ainda em francês poucos anos após seu lançamento na França. A atuação da SPHINX Brasil, distribuindo uma versão em português, começou em 1995 – quando então nasceu a parceria que existe entre a Sphinx França e a SPHINX Brasil.

 

Mundo da Pesquisa: Qual o porte da SPHINX Brasil? Como e sua equipe e em que locais do país está?

Fernando Kuhn:Hoje a SPHINX Brasil atua em todo o Brasil, conta com um time de 20 pessoas, dentre as quais 4 doutores. A empresa tem como diferencial a qualidade e profissionalismo no atendimento. Com este posicionamento, optamos por permanecer com uma sede apenas, localizada no Rio Grande do Sul, deslocando nossos profissionais por todo o país, oferecendo atenção ao cliente personalizada.

 

Mundo da Pesquisa: Qual a aplicação do softwareSphinx?
Fernando Kuhn:O Sphinx é uma caixa de ferramentas voltada para a pesquisa, coleta, difusão e análise de dados, não apenas uma ferramenta simples de pesquisa. Nos posicionamos desta forma em função da flexibilidade das nossas soluções que atendem diferentes necessidades – por mais desafiadoras que elas possam ser.

Rapidamente: o Sphinx ajuda o pesquisador a conceber seu instrumento de pesquisa, oferecendo possibilidades de parametrização e programação mais complexas. Uma vez desenhado o banco de dados, disponibiliza um ambiente para a coleta de dados dinâmica e flexível (coleta web, scanner, mobile offline, papel, ambiente para digitadores). Com os dados em mãos, no ambiente de análise de dados, além de análises simples, permite cruzamentos de dados, aplicação de filtros, cálculos de variáveis (ex.: critério Brasil) e elaboração de relatórios – com exportação direta para Powerpoint, Word, Excel. Unindo a solução on-line e off-line, tudo aquilo que for desenhado nas versões Léxica ou Survey do software, pode ser publicado em uma página internet e acessado por diferentes públicos para visualização – a criação do HTML é feita diretamente pelo software. Além destas aplicações de pesquisa, realizamos integrações com outros bancos de dados, permitindo análise de dados secundários e retroalimentação entre sistemas.

 

 

Mundo da Pesquisa: Comente sobre empresas que utilizam o softwareSphinx.

Fernando Kuhn:Atendemos, na história da empresa, mais de 1.500 empresas. Entre elas, empresas privadas ou públicas de diversos portes e dos mais diferentes ramos e segmentos.Hoje podemos dizer que contamos com mais de 500 clientes ativos, dentre os quais podemos citar: Fundação Abrinq, TAM, AMIL, FUNDAP, Móveis Florense, Dotz, Algar Tecnologia, BASF, TOTVS, Moto Honda, Deloitte, IEMI, Cristina Panella Planejamento e Pesquisa, USP, Universidade Positivo, Unisinos, Fundação Dom Cabral, PUCRS entre outros.

 

Mundo da Pesquisa: Como a SPHINX Brasil se posiciona diante da concorrência?

Fernando Kuhn: Há duas respostas para esta pergunta. 1: Sim, hoje consideramos que há softwares semelhantes, concorrentes, como o SPSS, R, SurveyMonkey, Google Forms, Adobe, entre outros. 2: Dificilmente nos colocamos em oposição a qualquer software. Hoje atuamos como complemento em diversos casos e em tantos outros o Sphinx é principal ferramenta em que os demais software nos complementa. Alguns exemplos: dados coletados no SurveyMonkey e analisados no Sphinx; dados coletados com o Sphinx e armazenados em bancos SQL; dados coletados e analisados com Sphinx e complemento de análise no SPSS.

 

Mundo da Pesquisa: Com as comemorações dos 20 anos de SPHINX Brasil, quais são as perspectivas para os próximos anos?

Fernando Kuhn:Essa é uma data especial para todos nó que fazemos parte da história da SPHINX. Ao longo deste período diferentes empresas, colaboradores, parceiros passaram por nós e nos sentimos honrados em ter tido a oportunidade de fazer parte da vida de cada um. Neste tempo, evoluímos como solução, nos consolidamos no mercado nacional e em alguns países da América Latina, Europa e África. Para o futuro, vislumbramos novos desafios, inovação, muito trabalho, éclaro e mais realizações. Será um período ainda mais interessante, temos certeza.

Aplicativo Enquete Fácil


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Cristina Panella | Analista de Pesquisa Junior
Attitude Global - São Paulo, SP
Descrição da vaga:

  • Desk research (prospects, clientes, setores, econômicos, dados demográficos);
  • Desenvolvimento de proposta, follow e cronograma;
  • Coordenação de fornecedores terceirizados;
  • Categorização,processamento e elaboração de relatórios, com ênfase na elaboração de gráficos e materiais de apresentação;
  • Participação no desenvolvimento de novos produtos.

Requisitos:

  • Superior completo em Ciências Sociais, Marketing, Economia, Relações Públicas ou Estatística;
  • Experiência na função de analista ou similar ao cargo;
  • Domínio em técnicas quantitativas e qualitativas;
  • Experiência em elaboração de questionários e proposta;
  • Habilidade na construção de planilhas, gráficos e apresentações;
  • Noções de estatística e amostragem;
  • Elaboração de relatório, habilidade no relacionamento;
  • Apto a trabalhar em um ambiente rico em desafios metodológicos.

Attitude Global há 23 horas salvar vaga - bloquear

MILLENNIALS: BREAKING THE MYTHS


Os Millennials são uma geração social. Eles são os fundadores da mídia social, movimento constantemente conectado aos seus círculos sociais via on-line e móvel. Eles preferem viver em aldeias urbanas, onde a interação social é apenas fora de suas portas dianteiras. Eles valorizam a autenticidade e criatividade, e eles compram produtos locais feitos por membros de suas comunidades. Eles se preocupam com suas famílias, amigos e causas filantrópicas. 

Millennials may be many things, but they may not be what you expect. Millennials are the social generation. They’re the founders of the social media movement—constantly connected to their social circles via online and mobile. They prefer to live in dense, diverse urban villages where social interaction is just outside their front doors. They value authenticity and creativity, and they buy local goods made by members of their communities. They care about their families, friends and philanthropic causes. But they’re also coming of age in the most dire economic climate since the Great Depression–making their families, communities and social networks even more valuable as they band together.

 

77 Million Strong

Millennials are 77 million strong, on par with Baby Boomers, and they make up 24 percent of the U.S. population. This represents significant opportunity for brands that understand who Millennials are, where they live and what they watch and buy. In order to truly understand Millennials, however, they must be put in the context of the other generations. While there are varied definitions of the generations from the past century, Nielsen defines them as follows:

  • Greatest Generation (1901-1924)
  • Silent Generation (1925-1945)
  • Baby Boomers (1946-1964)
  • Generation X (1965-1976)
  • Millennials/Gen Y (1977-1995)
    –Younger Millennials (18-27)
    –Older Millennials (28-36)
  • Generation Z (1995-Present)

 

Manifesto dos Profissionais de Propaganda


MANIFESTO DOS PROFISSIONAIS DE PROPAGANDA
EM DEFESA DA AUTORREGULAMENTAÇÃO

 

A Associação dos Profissionais de Propaganda – APP, através do seu Conselho de Administração e Diretoria Executiva manifesta integral e irrestrito apoio ao Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária – CONAR, que, junto com as leis vigentes no país, exerce a função de evitar os abusos da comunicação comercial.

 

O Brasil possui um dos mais sofisticados sistemas de controle da propaganda abusiva para crianças e adolescentes amparado por um composto de leis e da autorregulamentação representada pelo Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária.

 

É imperativo que esses mecanismos sejam preservados e valorizados pelos brasileiros como forma democrática de garantir a qualidade da propaganda nacional e que o conjunto de leis e o Código ético são conquistas de uma sociedade amadurecida que não necessita de tutores que de forma arbitrária, sem nenhum critério tentam impor a total proibição da comunicação comercial de produtos destinados às crianças e adolescentes.

 

A APP, além de representar o conjunto dos colaboradores de todos os setores produtivos da propaganda, também é a voz dos mais de 60 mil alunos regularmente matriculados nos cursos de publicidade e propaganda do Brasil. Esse contingente de futuros profissionais se orgulha de estudar a autorregulamentação publicitária como forma eficiente de ampliar o debate permanente com a sociedade. O que, definitivamente, não é possível com as iniciativas autoritárias das quais temos notícias nos últimos dias.

 

A Associação dos Profissionais de Propaganda foi fundada em 1937, em pleno Estado Novo, com o objetivo de preservar a liberdade da atividade profissional que já naquela época era alvo de grupos interessados em ditar as regras da comunicação comercial.

 

Diante da ameaça à liberdade de expressão representada pela Resolução 163 de 13 de março de 2014 do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente – Conanda, o conjunto dos profissionais de propaganda, por meio da APP, reafirma que, segundo a Constituição do Brasil, somente o Congresso Nacional tem poder para legislar sobre a atividade publicitária, que vamos continuar zelosos de nossa responsabilidade de produzir uma propaganda ética e de qualidade e combativos contra qualquer tentativa de asfixiar a liberdade de expressão em nosso país, preservando a construção da nossa sociedade informada, livre e democrática.

São Paulo, 09 de abril de 2014

 

Conselho de Administração e Diretoria Executiva da APP

OMNIRETAIL – FÓRUM DE INOVAÇÃO E COMUNICAÇÃO


Conheça o comportamento MULTICANAL DO NOVO CONSUMIDOR BRASILEIRO por meio de nossas palestras
A EXPERIÊNCIA OMNICHANNEL DA WALGREENS
JILLIAN ELDER
Diretora de Inteligência da Walgreens
TECNOLOGIA A SERVIÇO DA EXPERIÊNCIA DO CONSUMIDOR
BRYAN LEE
CEO fundador da Strada Worldwide
O VAREJO E AS REDES SOCIAIS A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS EM DIFERENTES MÍDIAS
As mídias digitais vêm ganhando maior importância como canal de comunicação e relacionamento entre marcas e seus consumidores. Isso não é diferente no varejo. Nesse painel veremos cases de empresas varejistas que utilizam de maneira criativa e eficiente as redes sociais para fomentar relacionamento e negócios com os seus clientes. A comunicação que se limita a enumerar atributos de produtos e serviços para influenciar o comportamento de compra dos consumidores já não possui a mesma força de antes. A diversidade de opções e a quantidade de apelos aos quais são submetidas, reduz o nível de atenção das pessoas e o seu envolvimento com as marcas. Nesse cenário, o storytelling ganha importância, especialmente quando as marcas utilizam diversas mídias simultaneamente para potencializar resultado. Esse painel mostrará cases de marcas que são referência no uso dessa estratégia.
A COMUNICAÇÃO DE MODA NO VAREJO EM TEMPOS DIGITAIS
As novas tecnologias e a ascensão das mídias digitais estão transformando o mercado da moda. Blogs e redes sociais hoje influenciam o consumidor que no passado contava basicamente com as revistas de moda e os desfiles para se atualizar com o que acontecia no universo fashion. Marcas como Victoria’s Secret e, mais recentemente, Topshop, democratizam os desfiles distribuindo nas redes sociais imagens e informações que antes eram exclusivas de pessoas selecionadas. Esse painel discutirá de que maneira essas mudanças vão influenciar a comunicação das marcas e os grandes eventos de moda.
Av. Paulista, 171 – 10º andar , Sao Paulo, Paraiso 01311-904, Brazil

Vem aí o 3º Diálogo Infobranding – Marcas Brasileiras


Se você não conseguir visualizar esta mensagem, acesse este link

Que tal pensar em branding lá em Barcelona?

E se além destas palestras gratuitas você ainda ganhar uma viagem para Barcelona na Espanha?

Nosso parceiro Agarre.com irá sortear durante o 3º Diálogo InfoBranding uma passagem aérea para Barcelona, com direito a visita na sede da empresa.

É muito conteúdo sobre branding, marcas brasileiras e mais uma viagem na faixa. Agarre essa Oportunidade!

*Consulte o regulamento para participação na promoção

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Resultado do Sorteio – Sphinx


Galera, segue o resultado do sorteio para as duas vagas de Capacitação do Software Sphinx.

Parabéns aos sorteados!

Miriam da Silva Conceição

Adelmar Pinto

- O sorteio foi realizado por meio de Gerenciador de Números Aleatórios e a numeração dos inscritos seguiu a ordem de inscrição dos mesmos.

Os sorteados devem aguardar contato da equipe da SPHINX Brasil.

Abraços,

Mundo da Pesquisa

Neoeleitor definirá as eleições em 2014


Fonte: Cidade Marketing
O Brasil tem aproximadamente 130 milhões de eleitores e o acesso à rede mundial de computadores já ultrapassou os 100 milhões de brasileiros.

A disputa política já está acirrada para as eleições de 2014. E neste ano o caldeirão irá ferver ainda mais com a possibilidade de manifestações como as que ocorreram em junho do ano passado. Sem falar na possibilidade de movimentos contra a realização da Copa do Mundo, que poderão riscar a imagem de quem tenta se reeleger, especialmente a presidente Dilma Rousseff. Está mais do que evidenciado que os conchavos e o ti ti ti pré-eleitoral se avolumam a cada dia. Os candidatos ao cargos do Executivo e Legislativo tanto no âmbito federal e estadual se atacam mutuamente e negociam quem terão ao lado na disputa em outubro.

 

Não será um ano fácil. Portanto, políticos: acordem. Em 2014 há um diferencial que pode ser decisivo nas urnas de todo Brasil. É a influência mais incisiva de um eleitor renovado, cidadão que está ligado 24 horas por dia e que deixou de ser convencido meramente pela tradicional propaganda eleitoral na televisão e no rádio. Trata-se do neoeleitor – o eleitor moderno, digital e que quer ser surpreendido positivamente e que, cada vez mais, deposita interesse em um “portfólio” restrito de políticos com propostas dinâmicas, visionárias e criativas.

 

O Brasil tem aproximadamente 130 milhões de eleitores e o acesso à rede mundial de computadores já ultrapassou os 100 milhões de brasileiros. Os números são expressivos e, por si só, já mostram a importância da web para quem deseja se eleger. Mas não é só no tamanho que a internet importa, mesmo porque nas últimas eleições já havia dezenas de milhões de pessoas plugadas em computadores. É também na nova maneira de relacionamento entre as pessoas. Hoje, não há dúvida, as tecnologias digitais acabaram com a “conversa vertical” entre candidato e eleitor.

 

Antes, o candidato propunha e o eleitor aceitava ou não. Hoje, o dono do voto quer muito mais. Ele se coloca em uma “conversa horizontal” com o candidato. Se o candidato propõe a construção de casas, o eleitor quer saber onde, com qual gasto, como. Se aparece uma promessa de mais qualidade na área da saúde, a preocupação de quem recebe a mensagem é saber se será com a construção de novos hospitais e na contratação de profissionais qualificados ou se é meramente uma proposta sem planejamento.

 

Os políticos precisam reaprender a forma de ganhar votos. Agora, devem caminhar lado a lado com o eleitor. Quem deseja ter sucesso na campanha precisa ser humilde, não somente na aparência. O eleitor conhece mais de internet do que os candidatos ou os partidos. As “marcas” políticas não podem menosprezar este conhecimento e devem apresentar novas formas de comunicação. Aquele velho processo de perfis em redes sociais nada traz de novo e só obtém êxito com quem tem predisposição a votar no candidato.

Se o político já tem bandeiras fincadas, precisa arrancá-las e mudar. Não é uma indicação, claro, para o candidato ser volátil. Mas ele precisa, sim, viver em constante movimento, precisa ser dinâmico. Se o internauta pergunta via web, precisa de uma resposta cabível, longe do padrão de “respostas prontas”. O eleitor precisa ser surpreendido.

Estão os políticos preparados para o neoeleitor? Resposta clara: a maioria não.

 

Gabriel Rossi
Gabriel Rossi
Palestrante profissional em marketing, estrategista especializado na construção e gerenciamento de marcas e reputação, e diretor-fundador da Gabriel Rossi Consultoria, com passagens por instituições como Syracuse/Aberje, Madia Marketing School, University of London e Bell School. Especialista convidado para lecionar no curso de extensão da Fundação Escola de Sociologia e Política (FESP) e na Pós Graduação de Marketing da USP. Referência de mercado, Gabriel é atualmente o profissional no país mais requisitado pela grande mídia (mainstream) para falar sobre marketing. Escreve e é citado extensivamente, sendo colunista de portais de destaque como Observador Político, possui diversos artigos e estudos publicados no Estadão, o Globo, Brasil Econômico, Correio Braziliense, JT, UOL, HSM e colabora com veículos como Bandnews TV, Folha de São Paulo, Revista Nova, Veja, Portal G1 , entre inúmeros outros. Rossi e sua equipe atuam tanto no campo político como no empresarial. Eles trabalham com empresas internacionais como Petrobrás, The Marketing Store e Tetra Pak, além de candidatos ao Senado Federal. Rossi participou de momentos históricos importantes, sendo comentarista especial da TV Estadão no primeiro e segundo turno das eleições 2010 e comentarista oficial durante a posse da presidente Dilma Rousseff para a rádio Eldorado.

LATIN AMERICA 2014 – Accelerating Growth


Latin America 2014 LATIN AMERICA 2014
Accelerating Growth
Buenos Aires / 2-4 April
(Simultaneous translation for Spanish, Portuguese and English)
With presentations in English and Spanish, ESOMAR Latin America 2014
is the premier regional event – by the region, for the region!
ESPN PRESENTATION FEATURE VIDEO
ESPN

The life of a sport fan in Latin America

ESPN USA
Omnicom Media Group
Chile

CROSSING THE CLASS DIVIDE
Crossing the Class Divide

From BOP to emerging middle classes in Latin America

Euromonitor Chile

KIDS OF TODAY AND TOMORROW
Kids of Today and Tomorrow

A global and regional close-up on the youngest millenials

Viacom International
Jo McIlvenna UK

THE CREATIVITY
CIRCUIT

The Creativity Circuit

A high-profile panel exploring Latin America as a leading creative region

BBDO, Santo and JWT

Learn tips and advice from the experts on the ground on how to make a brand successful in Latin America. Take advantage of our exhibition to sample the latest technologies and get ready to network with the leading marketers, brand specialists and researchers in the region.

For Argentinian based companies on-site cash payments will be accepted. Se aceptaran pagos en efectivo de empresas basadas en Argentina.

Nielsen e site Ok Cupid


Fonte: Cidade Marketing

Marca de preservativos lança filme que estimula casais a se conectarem na Hora do Planeta

Marca líder mundial em preservativos convida casais em todo o mundo a desligar, além da energia elétrica, também os aparelhos eletrônicos.

Pesquisas Nielsen e do site de relacionamento Ok Cupid revelam que as pessoas fazem menos sexo ao acessar twitter e utilizar aparelhos como smartphones.  Buscando uma oportunidade para se reconectar com seu parceiro e esquentar a relação? Durex, líder mundial em preservativos e produtos para o bem-estar sexual, comemora a Hora do Planeta estimulando os casais a apagarem a luz e desligarem os celulares para curtir o escurinho e ficarem mais íntimos. A ação acontece globalmente no dia 29 de março, entre as 20h30 e 21h30, horário local, e tem o objetivo de reforçar a importância de preservar o meio-ambiente.

Durex acredita que sexo deve ser sempre uma experiência incrível. No entanto, passamos tanto tempo conectados e ligados nas redes sociais que deixamos de lado momentos de intimidade com nosso parceiro. Para se ter uma ideia, uma pesquisa realizada pelo site de relacionamento Ok Cupid, que já mantém 3,5 milhões de usuários, revelou que quem utiliza o twitter tem relacionamentos mais curtos do que aqueles que não estão conectados a esta rede social. Estamos deixando que a tecnologia nos afaste?  Outros estudos também indicam que sim. Segundo pesquisa Nielsen, realizada nos Estados Unidos, com homens e mulheres entre 18 e 34 anos, 20% dos entrevistados afirmaram usar smartphones durante o sexo. Além disso, segundo um estudo da revista científica The Lancet, os ingleses fizeram 20% menos sexo em 2010 do que em 2000. Outra vez, um dos motivos mais lembrados, foi tempo gasto em frente à tela de computadores, tablets e smarthphones.

Dessa vez, junto com a Hora do Planeta, Durex vai utilizar as redes sociais como o ponto inicial para uma conexão real. Para aderir, basta usar a hashtag da ação “turnofftoturnon”, com o objetivo de engajar o público a desligar todos os seus aparelhos durante a Hora do Planeta e se conectar diretamente ao seu parceiro.  Pensando em inspirar mais pessoas, Durex preparou também uma campanha que pode ser conferida no canal da Durex Brasil no Youtube. O vídeo apresenta histórias de casais que, como tantos, deixaram seus relacionamentos em segundo plano por conta da tecnologia. Confira o vídeo aqui.

Inscrições até amanhã…


Que tal aprimorar seus conhecimentos na criação de pesquisas? 

Em parceria com o Mundo da Pesquisa, a SPHINX Brasil, representante exclusiva do software francês Sphinx no Brasil, vai sortear 02 vagas para sua capacitação em turma que ocorre em São Paulo/SP, no dia 15/04/2014.
  
Conteúdo programático: estruturação, entrada e preparação dos dados; análises uni, bivariada; relatórios; noções de pesquisa via web, novas tecnologias e suas aplicações.
Não é necessário ter conhecimentos prévios no software.

Participe!

Envie um email para mundopesquisa@gmail.com com seu nome completo e telefone para contato e concorra a uma vaga no curso do Sphinx, escreva Sorteio Capacitação no campo assunto.O sorteio ocorrerá no dia 07/04/2014 à tarde e os ganhadores serão divulgados aqui no Mundo da Pesquisa. Boa sorte!

REGULAMENTO

 
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Fique ligado nas novidades da SPHINX através da página facebook.com/sphinxbrasil 

Mundo da Pesquisa :   facebook.com/mundodapesquisa

LATIN AMERICA 2014 – LIVE STREAM


NOW OFFERING “LIVE STREAM” VIEWING FOR LATIN AMERICA 2014 ON DESKTOP AND LAPTOP COMPUTERS!

ESOMAR Live Stream will allow you to view the many key Latin America 2014 sessions and to gain access to the latest industry development from leading experts in their fields – all from your computer.

Powered by:

Netquest

NOTE THE SYSTEM REQUIREMENTS

Please note that the livestream is for desktop and laptop computers only. Mobile phones and tablets are not supported.
Be sure to check the system requirements below to ensure that you are technically able to view the livestream!

THE LIVE STREAM PLAYER

Live stream player at a glance
.PDF (1.96 MB)

Please note that most of the functionalities in the player will not be active during the livestream except for the information button that shows additional presentation information.

If you have any further question, please consult our live stream FAQs.

O Brasil da mídia e o país real


Há 50 anos, como agora, existiam dois Brasis: o real e o inventado pela mídia. Pesquisa do Ibope, feita à época, e só agora revelada, mostra que 72% da população brasileira apoiava o governo
por Lalo Leal publicado 15/03/2014 16:04
FRPOZZEBOM / ABR
protestos.jpgEm junho, manifestação por melhorias em serviços públicos viraram protestos contra o governo, por força da mídia

Hoje, quando abrimos jornais, ouvimos o rádio e vemos as TVs comerciais, o retrato é de um país à beira do abismo, tudo vai mal. Situação de quase pleno emprego, milhões de pessoas retiradas da miséria pelo Bolsa Família, pacientes atendidos em cidades que nunca haviam visto um médico antes são apenas alguns exemplos do Brasil ignorado pelo jornalismo “independente”.

Em março de 1964, o quadro era semelhante, embora houvesse um fantasma a mais, além do descalabro administrativo: o “perigo vermelho” representado pelo comunismo. Para a mídia, ele estava às nossas portas.

A televisão e demais meios de comunicação se prestavam a esse serviço de doutrinação diária azeitados por fartos recursos vindos de grandes grupos empresariais canalizados por meio do Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais (Ipes) e do Instituto Brasileiro de Ação Democrática (Ibad), em estreita colaboração com a agência de inteligência dos Estados Unidos, a CIA.

O principal mensageiro televisivo dos alertas sobre a “manipulação comunista” do governo Goulart era o jornalista Carlos Lacerda. Apesar de afinados ideologicamente com os golpistas, os veículos de comunicação não faziam isso de graça.

Segundo o economista Glycon de Paiva, um dos diretores do Ipes, de 1962 a 1964 foram gastos nesse trabalho de desinformação US$ 300 mil a cada ano, em valores não corrigidos. Os dados estão no livro O Governo João Goulart, As Lutas Sociais no Brasil 1961-1964, do historiador Moniz Bandeira.

“O Ipes conseguiu estabelecer um sincronizado assalto à opinião pública, através do seu relacionamento especial com os mais importantes jornais, rádios e televisões nacionais, como: os Diários Associados (poderosa rede de jornais, rádio e TV de Assis Chateaubriand, por intermédio de Edmundo Monteiro, seu diretor-geral e líder do Ipes), a Folha de S.Paulo (do grupo de Octavio Frias, associado do Ipes), o Estado de S. Paulo e o Jornal da Tarde (do Grupo Mesquita, ligado ao Ipes, que também possuía a prestigiosa Rádio Eldorado de São Paulo)”, relata René Armand Dreifuss, no clássico 1964: A Conquista do Estado.

Foi um período longo de preparação do golpe, e quando ele se concretizou a mídia ficou exultante. O Globoestampou manchetes do tipo “Ressurge a democracia”, “Fugiu Goulart e a democracia está sendo restabelecida”. Sob o título “Bravos Militares”, o jornal da família Marinho, no dia 2 de abril de 1964, dizia que não se tratava de um movimento partidário: “Dele participaram todos os setores conscientes da vida política brasileira”. O Estadão seguia na mesma toada, enfatizando “o aprofundamento do divórcio entre o governo da República e a opinião pública nacional”.

Foram necessários 50 anos para termos a confirmação que o tal divórcio não existia. Pesquisa do Ibope, feita à época, e só agora revelada graças ao trabalho do historiador Luiz Antonio Dias, da PUC de São Paulo, mostra que 72% da população brasileira apoiava o governo. Entre os mais pobres, o ­índice ia para 86%.

E se Jango pudesse se candidatar nas eleições seguintes, previstas para 1965, tinha tudo para ser eleito. Pesquisa de março de 1964 dava a ele a maioria das intenções de voto em quase todas as capitais brasileiras. Em São Paulo, a aprovação do seu governo (68%) era superior à do governador Adhemar de Barros (59%) e à do então prefeito da capital, Prestes Maia (38%).

Dados que a mídia nunca mostrou. Para ela, interessava apenas construir um imaginário capaz de impulsionar o golpe final contra as instituições ­democráticas.